Odonto System – sem system

A internet, sem dúvidas alguma, é um marco na vida cotidiana das pessoas, na comunicação e difusão de informações e conhecimentos. Hoje, muita coisa em nossas vidas foram facilitadas com essa evolução. Eu, que trabalho com desenvolvimentos de sistemas para web, fico feliz quando vejo uma empresa decidindo oferecer serviços online. Mas se for pra fazer, faça funcionar. Parece que não é o caso da Odonto System.

Há alguns meses, tornei-me conveniado ao plano dentário da Odonto System. Inicialmente, para minha surpresa e satisfação, a empresa oferece a possibilidade de marcação online das consultas. Apesar de só encontrar disponibilidades para os dentistas em um mês (marcação via telefone, você encontrar para próxima semana), decidi marcar a primeira revisão pela internet. Com a suspeita de que realmente a dentista iria receber o pedido de marcação, liguei para a empresa confirmando o horário. Horário confirmado, presença confirmada e, a princípio, um serviço que funciona.

Após um tempo, como bom e acomodado usuário da web, necessitei marcar outra consulta e optei novamente pela internet, já que a primeira experiência foi satisfatória. Obti o comprovante da consulta, e pontualmente cheguei ao dentista para tratamento, sem confirmação via telefone. Para minha surpresa, a profissional ora disponibilizada não atendia ao convênio da Odonto System há um tempo.

- Não acredito! – foi minha reação
- Inclusive já alertamos isso à empresa. – justificou a atendente

Ou seja, a Odonto System disponibiliza um sistema de marcação online, onde, além da extrema demora para se conseguir um horário vago, ainda coloca em dúvida se aquele profissional apresentado está realmente conveniado com o plano. Resultado disso tudo: acordei 7hs da manhã, peguei um trânsito no Itaigara e ainda tive que pagar o estacionamento, e não poder ser atendido pelo plano por causa de falta de atualização em seu sistema. A Odonto System agora é só Odonto.

Mais segurança no BB (ou não)

Com o aumento de ataques cibernéticos, a internet hoje tem sido uma rede sem lei, onde criminosos tentam exploram falhas nos sistemas ou roubar dados dos usuários, através de vírus e programas maliciosos, tanto em e-mails como em sites infectados. Com as empresas bancárias expandido cada vez mais sua atuação sobre o meio digital, tal preocupação deve ser redobrada, principalmente por este ser, na maioria das vezes, o principal alvo dos crimes na internet.

Este movimento em torno da segurança da informação tem levado às empresas bancárias a buscarem o equilíbrio entre a segurança, facilidade de uso pelo usuário final e eficiência na prestação de serviço. Entretanto, este equilíbrio parece não ter sido levado em conta pelo Banco do Brasil.

Recentemente o Banco do Brasil retirou de seu sistema o teclado virtual, usado pela maioria da rede bancária como forma preventiva contra aplicativos que registram os dados digitado pelo teclado (os chamados keylogger). O objetivo da nova forma de acesso ao internet banking é facilitar a utilização por seus clientes. Porém, tal medida põe em risco os dados dos usuários que acessam sua conta pela internet.

Diante da mudança, fiz um teste básico e simples: instalei o primeiro keylogger que encontrei e constei que todos os dados de agência, conta corrente e senha de 8 e 6 dígitos foram gravados. Como o BB adota a medida de cadastramento de computadores, aparentemente nenhum problema seria constado, mas aí entra um outro problema: a segurança da informação. O atacante pode não conseguir nenhuma transação por sua máquina não estar cadastrada, mas terá acesso a todas as suas informações bancárias, tais como saldo, extrato de poupança, quanto entra, quanto sai, etc. Ninguém quer ter o sigilo bancário violado tão facilmente, não é?

Com a nova medida de eliminar o teclado virtual, o BB cria uma metodologia de segurança vista com suspeita por muitos. Segundo informações que constam no site do Banco do Brasil (veja aqui), foi criada uma central de monitoramento, que basicamente detecta operações anormais do cliente. As transações suspeitas ficam sobre análise, e caso não seja aprovada, deve ter a autorização pelo cliente via telefone, para que seja concluida. Em caso de perca ou roubos dados, realmente esta medida evita utilização indevida de seu dinheiro. Mas, esta medida cria um gargalo nas transações online e imediata. Por duas vezes, necessitei efetuar uma transferência entre contas do BB, e o mesmo só foi processado depois de algumas horas. Ou seja, não dependa do banco se você precisar de algo realmente urgente.

Juntando a isto tudo, o BB adota um módulo de segurança que é instalado em seu computador, mas que as informações sobre o que ele realmente faz não fica muito claro. Uma coisa é fato: o BB rastreia todos os seus movimentos para identificar o que é e o que não é transação anormal. Só quero acreditar que o rastreio do módulo se limite às operações do sistema do banco.

Apagão em TI: gestão de riscos

Dizem que a história se repete. E este ano aconteceu novamente… Semelhante a 1999, no início deste mês parte do país ficou às escuras por algum motivo ainda não muito bem esclarecido. A falta de energia afetou 12 estados brasileiro, causando prejuízo e transtornos para a população atingida. (Saiba tudo sobre o apagão aqui e aqui)

E foi justamente nesse cenário que muitos profissionais de TI deve ter pensado: “putz! deveria ter estudado mais sobre gerencia de risco”. E o que vem a ser gerenciamento de risco de projeto?

Riscos de projeto são condições que, caso venham a ocorrer, podem comprometer ou impedir a realização de um dado projeto. A necessidade de gerenciar riscos decorre, principalmente, da constatação de que a quantidade e diversidade dos riscos de projeto excede o montante de recursos alocados para neutralizar todos esses riscos durante a execução do projeto. Essa situação demanda que os riscos devam ser priorizados ou “gerenciados” adequadamente. Wikipédia

O PMBOK aborda 9 áreas de conhecimento de gestão, sendo que a gestão de risco de projeto é uma das mais importantes. Em termos práticos,  o que o a apagão tem a haver com o gerenciamento de risco? Tudo! Vejamos:

Um empresa de hospedagem que promete oferecer a seus clientes disponibilidade de 99,8% de seus sistemas online, tem como um dos principais atributos de qualidade e requisito não-funcional, alta disponibilidade. Assim, a empresa necessita ter um análise e planejamento consistente para seus servidores estejam sempre disponíveis. E se der problema no hardware do servidor? E se cair o link (conectividade) do servidor? E se houver um apagão? O gerenciamento de risco tende a neutralizar esses e outros problemas que possam vir a ocorrer. Mesmo que o problema venha a se repetir 10 anos depois. Foi o que aconteceu com a Locaweb.

Mas, a gestão de risco não se limita apenas às grande e médias empresas. Seja você iniciando sua empresa ou em trabalho autônomo como freelancer, o gerenciamento de risco se torna extremamente necessário. Eu, particularmente, tenho a mania de trabalhar com “o dedo no CTRL + S” (atalho para salvar documento), já que não possuo um no break disponível para segurar os trabalhos, em caso de queda ou oscilação de energia.

Quando se fala em risco, não se limita a ter somente um no break. Este recurso é um amparo momentâneo. A “gerência de risco pessoal”, digamos assim, envolve algumas ações, que podem amenizar possíveis problemas que venham a surgir em condições adversas. Além do no break, é sempre bom manter um hábito de realizar back up mensal (minha sugestão) de seus documentos importantes. Uma outra dica importante é manter seu HD particionado. Em uma partição deve-se manter o sistema operacional,  e na outra, seus dados, documentos pessoais e profissionais. Em caso de problema com o SO, sua reinstalação não afetará os arquivos na outra partição.

Portanto, podemos observar que gestão de risco não é uma atividade exclusivamente de profissionais de TI, das grandes empresas e gerentes de projetos. Gerenciamento é válido e necessário para todos aqueles que utilizam da tecnologia. Se você tem alguma dica mais sobre o gerenciamento de risco para uso pessoal, deixe registrado nos comentários.

Abraço e até mais!

Após pouco mais de dois meses longe do blog, eis o retorno. Template novo, idéias novas, novas situações. Um bom tempo passei estruturando a base do projeto lançado esse ano: o Eventos de TI. Ainda há algumas idéias para serem postas em prática, a fim de deixa-lo mais profissional. Comunicarei as novidades aqui no blog.

Não sei quem são os leitores, e pouco sobre quantos leem. Mas só sei que escreverei. E twittarei.

Não sei a quanto tempo existe, mas é de grande utilidade pública. Conheci em meio à greve da polícia civil ocorrendo em nossa cidade.

O estado da Bahia conta com uma Delegacia Digital (da polícia civil), para registro de ocorrências. Muitas vezes, quanto ocorre um furto, por exemplo, temos que ir até a uma delegacia mais próxima para dar queixa. Entrando no site, é possível realizar ocorrência relativas a furto de veículos, furto de objetos e documentos, perda e extravio de documentos e objetos, desaparecimento e encontro de pessoas. Entretanto, é preciso entender a diferença de furto e roubo, explicado também no site.

O sistema destaca, claramente, que falsa comunicação à Polícia é um crime, que dá prisão e multa (artigo 340 do Código Penal Brasileiro). Ou seja, tanto aquele trote via telefone, quanto registro via internet são crimes, e você pode entrar em cana.

Em breve, terá uma área para ocorrências de pessoas desaparecidas, pessoas procuradas e objetos procurados.

Não é de hoje que existe vírus e trojan na internet que roubam informações dos usuários na internet. Muitas dessas tentativas são fracassadas, quando um internauta recebe um e-mail do Bradesco, quando ele não possui uma conta lá, por exemplo. Mas, óbvio, os e-mails são enviados para milhões de pessoas, e certamente, alcançará aqueles que possuem a tal conta no banco. Foi o que aconteceu comigo agora a pouco.

Recebi um e-mail, que o gmail gentilmente classificou como SPAM, do que seria Banco do Brasil. Eu possuo uma conta lá, mas suspeitei de início. O interessante é que os caras estão cada vez mais profissionais, tentando deixar o mais realista possível. No e-mail é citado até o nome verdadeiro do plugin que o BB usa para os clientes que utilizam o internet banking.

virus-bb

E mais: normalmente é recomendado copiar a url e colar no navegador. Se observares na imagem, verás que o endereço é camuflado como do Banco do Brasil. Quando o usuário copia e cola, provavelmente não encontrará o arquivo para a suposta atualização, induzindo-o a clicar no link logo abaixo. Muito cuidado!

O mais ideal, ao receber um e-mail do tipo, é entrar no site do banco, digitando o endereço corretamente. Com certeza, nesses casos, os bancos e/ou quaisquer outra instituição certamente manterá a comunicação com seus clientes pelo site.

Algumas pessoas acham nojento, outras não estão nem aí. Mas o que muitos não sabem é que fazer xixi no banho, dentro do box, é uma medida contra o disperdício. É o que afirma o site Xixi no Banho.

xixi-no-banho

O fato é simples: muitas vezes a pessoa só faz um xixizinho, que nem deixa a água da privada suja, mas já o suficiente para dar uma descarga. Se ela fizer isso no chuveiro, a água do banho já leva os resíduos pelo ralo. Só não esqueça de passar uma vassoura com desinfetante depois, pra remover o mal cheiro. Fica dica!

Se quiser saber mais sobre sustentabilidade, conheça algumas atitudes sustentáveis.

vini-google

O Google Font é um gerador de marca no estilo do Google, como a exibida acima. Use sua criatividade para discontração, mas recomendo que você nunca a utilize como marca final para seu cliente, ok?

Para gerar, basta digitar a palavra e enviar (create logo). Lembrando que, apesar do site utiliza o antigo icofav do Google, o mesmo não possui nenhuma relação com a gigante da internet.

O Twitter existe desde março de 2006, segundo o Wikipédia. Apesar disso, somente nos últimos meses, talvez 12 ou menos, o micro-blog tem começado a crescer nos países como EUA, Japão e Brasil. Apesar de eu resistir até o último minuto em aderir ao serviço, pois não via muita utilidade, acabei me rendendo. E confesso que ainda estou descobrindo como explorar da melhor forma esta ferramenta.

Assim como toda criação, o Twitter pode ser usado para ambos os lados. Existe o lado fútil da coisa, como acontece muito com o orkut, como também existe o lado prático, útil e de fato interessante. Por exemplo: me explique o motivo de criar/seguir uma conta como Bonecão do posto. A primeira vista achei viagem! Como que a pessoa tem uma criatividade dessa! Tá, ok. Conseguiu até me arrancar um sorriso. O espanto já passou, mas passar a seguir o Bonecão pra mim é demais. A única coisa que fico sabendo é pra que lado o braço dele está.

Mas, porém, todavia, há o lado prático da coisa. Esses dias tive problema com a Locaweb tanto no trabalho, como em casa, em um projeto pessoal. Como estava aguardando ser atendido pelo chat da Locaweb, resolvi postar no Twitter.

twitter-locaweb

Para minha surpresa, a Locaweb respondeu pelo próprio Twitter oferecendo-me ajuda. Como iniciante, faz uma semana que criei a conta, achei isso fantástico! Claro, passei a segui-lo.

twitter-locaweb-reply

Portanto, meu caro leitor, tudo depende de como você utiliza a ferramenta. Uma analogia bem clara e simples foi a criação do avião, por Santos Dumont. Idelizado para um bom motivo e utilizado também para a guerra.

Em tempo: o TwitterFox é um plugin do Firefox que permite configurar uma ou mais contas, e passar a acompanhar, sem ter a necessidade de entrar no Twitter para enviar ou ler as mensagens. #ficadica Já me segue?

Se constantemente você ouve Twitter pra cá, Twitter pra lá, já leu sobre o que é e pra que serve o Twitter e nunca entendeu nada, fique tranquilo. Alguém um dia perguntou: “Quer que eu desenhe?” Para nossa sorte, desenharam. E postaram no Youtube.

Veja a versão legendada ou original.

Ah! @vinaocruz sou eu =)

Uma agência francesa desenvolveu uma campanha usando o MSN no momento do trailler do filme Velozes e Furiosos 4. Achei bem interessante.

Vi no Comunicadores

hora-do-planetaEstava navegando pelo internet banking do BB, e vi por acaso uma propaganda sobre a Hora do Planeta. Um relógio em contagem regressiva marca a hora: 28 de março às 20:30hs. A chamada é para que fiquemos 60 minutos sem as luzes da casa acessa. A idéia é mostra que você não está preocupado com a situação degradante do planeta.

A idéia é até interessante, se não fosse bastante teórica. “A Hora do Planeta é um ato simbólico no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas.”, diz no site sobre a Hora do Planeta.

Fica uma hora sem energia pode parecer estranho, mas você pode aproveitar esses minutos para brincar de cabra-cega com seu filho, anotar na lista para comprar vela no próximo supermercado, refletir sobre a acessibilidade aos deficientes visuais no Brasil, ou quem sabe bater aquele bate-papo com Deus, né? O movimento é bem amplo! Pelo visto parece se preocupar além do aquecimento global.

Mas, diante dessa adesão em massa, se alcançada a meta de 1 bilhão de pessoas, pergunto:

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