Percebi algo estava estranho quando foi alternar os programas da tela, com o alt + tab. Estava ouvindo som no Windows Media Player e quase me confundi com o ícone do novo navegador do Google, lançado essa semana.
Não sou designer, nem perito nisso, mas que a marca do Google Chrome lembra o da Windows Media Player, isso lembra. Será que o designer precisou de uma inspiração pra criá-lo?
Quando falamos de Salvador, lembramos do carnaval. Rio de Janeiro, lembra Cristo Redentor. São Paulo, associamos a engarrafamento! Pois é. Daqui uns dias, São Paulo entra para o Guiness Book (se é que não já entrou) como maior engarrafamento do mundo!
E o que é pior: existe estimativa de que daqui a alguns anos, São Paulo terá engarrafamento constante a todo momento do dia. Sabe o que isso significa? Que você ir andando ou fazendo cooper ao trabalho gastará menos tempo do que ir de carro.

Foi por esse motivo, e agora com a lei seca, que criou-se o site Movimento pelo movimento. Um blog para debater sobre o trânsito e suas mazelas. É interessante observar que na lateral possui uma buzina virtual, com um contador. Me lembrou um post antigo do botão mais clicado. Será que a buzinada bate esse recorde?
Esta teoria (teoria dos seis graus de separação) postula que qualquer indivíduo pode ser vinculado a qualquer outro do mundo mediante uma cadeia de relações individuais de seis pessoas.
Uma equipe de pesquisadores da Microsoft estudou 30 bilhões de mensagens instantâneas enviadas por 240 milhões de pessoas em junho de 2006 e estabeleceu que, em média, duas pessoas podem estar vinculadas em 6,6 etapas.
A teoria se apoia nos trabalhos de Stanley Milgram e Jeffrey Travers, que pediram, em 1969, a 300 pessoas que viviam em Nebraska (centro dos EUA) que fizessem chegar uma carta a alguém de Boston (Massachusetts, nordeste), mediante conhecidos. Um amigo representava um grau de separação, o amigo do amigo dois graus e assim sucessivamente. As cartas que chegaram a seus destinatários obtiveram em média 6,2 graus de separação.
Fonte: Último segundo
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Isso me faz lembrar as aulas da faculdade, quando o professor dizia o quão importante é a network! =D
Um britânico acusado de entrar em redes de computadores da Nasa e na rede do Departamento de Defesa americano teve o recurso rejeitado e pode ser extraditado para os Estados Unidos para julgamento.
Gary McKinnon, de 42 anos, poderá ser condenado a 70 anos de prisão se for considerado culpado nos Estados Unidos de sabotar sistemas de defesa vitais.
As autoridades americanas acusam McKinnon de conseguir acesso a 97 computadores militares americanos e da Nasa a partir de sua casa em Londres entre os anos de 2001 e 2002, com a intenção de intimidar o governo dos Estados Unidos.
Os Estados Unidos acusam McKinnon de, entre fevereiro de 2001 e março de 2002, ter invadido dezenas de computadores do Exército, Marinha, Força Aérea e Departamento de Defesa, além de 16 computadores da Nasa.
Nos últimos anos as autoridades americanas estão processando todos que invadem os computadores do governo ou do setor de defesa dos Estados Unidos.
Fonte: G1
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Duas coisas absurdas nisso tudo. Primeiro, que os computadores do governo americano não estão tão protegidos assim. Imagine que, em pouco mais de um ano, Gary conseguiu acessar a rede de vários órgãos americanos.
Segundo, é que Gary, por ter conseguido tal moleza façanha, será extraditado para julgamento, mesmo sendo ele Britânico!? Tá dado o recado: Se eu sumir, fui extraditado, ok?
Ah! E parem de brincar com os computadores da Nasa. Pode ser perigoso.
Final do semestre passado, quando estava prestes a me formar, percebi certa aflição entre os graduandos, quanto ao seu futuro pós faculdade. “E se não for contratado na empresa onde trabalho?” ou “O que vou fazer depois de formado?” foram (e são) questionamentos comuns aos jovens que enfrentarão agora novos desafios diante do mercado.

A tecnologia hoje oferece vários meios de encontrar o emprego de acordo com seu perfil (diferente dos velhos classificados nos jornais, que, por sinal, são bastantes limitados). Navegando pelo Google, encontrei o Trovit, uma espécie de Google Empregos. =) Atualmente, segundo dados do site, há cerca de 577.899 ofertas de empregos. Não é possível que nem um sirva pra você…
Conhecendo mais a fundo do site, testei procurar por “programador php salvador“. Apesar de obter algumas poucas ofertas, o site parece satisfazer quanto aos resultados obtidos. Realizando buscas de oportunidades de “programador php” apenas, obtive resultados de todo o Brasil. O legal do resultado é que logo na listagem já aparece o salário, caso tenha sido cadastrada pela empresa. Aliás, salários bem interessantes!
A maioria dos resultados foram captados do Catho, que é um sistema pago, mas que oferece 7 dias grátis para cadastro do curriculum e se concorrer as vagas anunciadas. Seguindo essa mesma linha, conheci através do Trovit o Empregos. Este, porém, oferece 10 dias grátis. (Só aí já são 17!). Entre os sites gratuitos para cadastro do curriculum e para candidatar-se às vagas, estão o Infojobs e Curriculum.

Vi no Astro.org, algo bem inútil, porém curioso e que se não tomado um mínimo de cuidado, pode viciar. O botão mais clicado! Existe até ranking dos maiores clicadores cadastrados! =D
Só não descobri ainda qual o objetivo deste. Seria o livro dos recordes? Não sei…
Aloísio apareceu sem fazer barulho. Retirou as outras chaves do chaveiro e colocou-as no bolso. Tirou os sapatos e entrou de meias em casa. Respirou baixinho, e, em alguns momentos, prendeu o ar. Trancou a porta e passou o ferrolho bem lentamente.
Sempre que Aloísio chega tarde da noite, por causa do trabalho, sua esposa acredita que ele a estava traindo. E é uma grande discussão, não se respeitando os decibéis e a madrugada. Mas ele sempre prova que ela está enganada. Para isso, é necessário ligar para todos os seus colegas, inclusive para o chefe. E no outro dia, é a maior gozação. Ele precisava evitar tudo isso.
Olhou para a sala. Escuridão total. Ficou rememorando a posição do sofá, dos brinquedos das crianças, da mesinha, de algum sapato da mulher… Curvou-se uns trinta graus e não tateou nada. Abaixou-se mais e tocou o sofá. “Se ele está aqui, mais a oeste deve estar a mesinha. A um metro, o caminhão de João”, pensou. Deu um passo e a dor foi na canela. Enganara-se quanto à posição da mesinha: ela estava mais a leste. Deu um grito inaudível. Contorceu-se por uns minutos.
Decidiu ser mais cuidadoso. Ajoelhou e andou tateando o chão. Encontrou o caminhão e o carrinho de João. Mas não contava com Lico, o bonequinho do pequeno Lucas. Apertou e ele emitiu um som. Aloísio ficou estático. Clamou para que ninguém acordasse. Ninguém levantou. Respirou aliviado. Andou um pouco mais e bateu com a cabeça na outra mesa. Tudo isso para não ligar a luz e acordar a família.
Engatinhou até a cozinha. Fechou a porta e ligou a luz. Foi à geladeira, tirou a jarra de água, o requeijão cremoso e o leite integral. Ligou a cafeteira. Arrumou a mesa com pães, biscoitos e bolo. Voltou à geladeira e trocou o leite integral pelo desnatado. Fez seu lanche noturno, arrumou tudo e lavou os pratos. Deu um arroto de satisfação. Desligou a luz e abriu a porta cuidadosamente. Ajoelhou-se.
Andou deitado feito um soldado e foi até o banheiro. Bateu a porta. Ficou receoso em ligar a luz – havia uma janelinha entre o banheiro da sala e o seu: podia refletir no quarto. Sentou-se no vaso. Mas fora alarme falso. Lavou as mãos e saiu.
Parou defronte ao quarto. Abriu vagarosamente a porta e entrou na ponta dos pés. Fechou a porta, tirou a roupa. Lembrou-se que não podia tomar banho ali. Ela poderia acordar. Saiu e foi até o outro banheiro. Não ligou a luz. Lavou o corpo com um sabonete dermatológico e o cabelo com um sabonete líquido feminino – e íntimo – e com um lavador de calcinhas. Enxugou-se com a toalha de rosto. Saiu do banheiro.
Entrou no quarto, abriu o guarda-roupa, a gaveta e ficou tateando uma cueca. Pegou qualquer uma. Vestiu pelo avesso. Andou até a cama. Sentou-se do lado direito e se deitou. Mas não se lembrou que sua esposa é espaçosa e geralmente ocupa toda a cama quando sozinha – esmagou seu braço. Ela acordou de susto. E gritou de medo.
João levantou e chamou pela mãe. O pequeno Lucas acordou e abriu o berreiro. A empregada veio com um martelo de bater carne em uma mão e com o rolo de macarrão na outra. Até os vizinhos ouviram, ligaram as luzes e abriram as janelas. Aloísio respirou fundo, frustrado. De nada adiantara ser tão cuidadoso.
Essa semana estava com um problema estranho. Toda vez que eu tentava abrir uma página no IE6, a mesma permanecia em branca, e a página solicitada era aberta no FireFox. Tudo bem que o “IEca” é ruim, mas preciso deixar os sites funcionando também no navegador da Microsoft.
Navegando na net, eis a solução:
No menu Iniciar, selecione a opção executar. Digite REGEDIT, que é o editor de registro do sistema operacional.
No menu esquedo, localize as seguintes pastas:
[ HKEY_CLASSES_ROOT \ CLSID \ {C90250F3-4D7D-4991-9B69-A5C5BC1C2AE6} ]
Exclue essa chave de registro: {C90250F3-4D7D-4991-9B69-A5C5BC1C2AE6}
Pronto! Voltemos ao trabalho.
[youtube cyheJ480LYA]
Primeiro a criatividade para escrever a letra da música (versão traduzida). Depois, a criatividade para representar a música criada. Esse é o nosso Deus! =D
A firma de segurança F-Secure divulgou informações sobre o que parece ser o primeiro vírus trojan para o telefone celular da Apple, iPhone. Segundo o site BetaNews, o vírus teria sido criado por uma criança de 11 anos e ameaça apenas uma pequena parcela dos usuários que abriram seus dispositivos para instalação de aplicativos não oficiais.
E eu pensando esses dias que não existem crianças como antigamente, que criavam programas em C com 8 anos… Tudo bem que esse trojan do iPhone foi feito em xml, mas já alguma coisa. =D
Fonte: Terra
Depois de uma breve férias de final de ano e da honra de receber um comentário do Conrado Adolpho, segue uma super dica de um livro que, na minha opnião, todo profissional que trabalha com web deveria ler.
“Entre no Google, digite o produto ou serviço com o qual você trabalha e procure a sua empresa entre os milhares de links apresentados.Se ela não estiver na primeira página (entre os dez primeiros resultados), você perderá mais de 60% dos consumidores que pesquisam pela Internet. Surpreso com a notícia? Espere até saber que hoje cerca de 20% dos internautas chegam até o site da sua empresa por meio de um mecanismo de busca, dentre os quais o Google é o mais famoso. Descubra neste livro a importância e os conceitos do Google Marketing, aprenda os segredos dos mecanismos de busca, e como o Google e seus concorrentes estão mudando a economia atual ao criar o que chamamos de Economia da Busca. Pelas páginas deste livro, você aprenderá o que é Google Marketing e como trabalhar o site da sua empresa para que ele fique entre as primeiras posições dos buscadores e tenha os atributos necessários para ser um site vencedor na Economia Digital. “
Fonte: www.encontrabilidade.com.br


Vinicius Cruz é formado em Ciências da Computação (2008) e desenvolvedor desde 2004. Atualmente cursa pós-graduação em Arquitetura de Software e Convergência de Mídia.